
"Nossos corpos se cruzam e descruzam como serpentes cálidas, se enroscam e se apertam, atarracham num crescendo sem limite. Há gemidos delirantes, há percussões arrítmicas, respirações ofegantes empastadas em suor até ao êxtase e ao torpor. Não há discurso erótico que resista à mudez dessa nudez tumultuosamente sinfônica." (Noel Ferreira - Nossos Corpos.)
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